Noticias | Piratas Do silicio Entenda a Informatica

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Apple lança Mac exclusivo para professores e estudantes

Há muito tempo os usuários que lidam com imagens e “desktop publishing” migraram para monitores grandes, de , no mínimo, 17 polegadas. O Macintosh ainda é a máquina preferida de muitos desses usuários, que têm que suportar os monitores pequenos do iMac. Agora a situação está se modificando. Pelo menos para professores e estudantes, para quem o recém lançado eMac é dirigido.

Com um gabinete todo branco, o eMac vem equipado com um monitor de 17 polegadas. Trata-se de um G4 de 700 MHz, com 40 gigabytes de disco rígido e 128 megabytes de memória RAM. O modelo com CD custará US$999,00. Por US1.199,00, o usuário poderá dispor de um gravador de CD e de leitor de DVD.

O monitor de 17 polegadas é um tradicional CRT (tubo de raios catódicos). Embora maior, ele custa bem menos que os monitores de cristal líquido. O preço é importante para que a Apple possa atingir o mercado educacional norte-americano, seu principal objetivo.

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Intel retoma construção de fábrica

A Intel, fabricante dos processadores Pentium, anunciou a retomada da construção de uma fábrica de chips na Irlanda. A construção começou em Junho de 2.000, mas foi paralisada no ano passado em razão da diminuição do ritmo econômico mundial.

Com um custo total de US$2 bilhões, a fábrica será a quarta da empresa a produzir componentes semicondutores a partir de pastilhas de silício de 300 mm, a mais avançada atualmente. Serão quase 15.000 m2 de salas limpas, de um total de quase 100.000 m2 de área construída total.

A utilização de pastilhas de 300 mm reduz sensivelmente os custos da produção de processadores, quando comparada com a utilização das atuais pastilhas de 200 mm. A área total de silício de uma pastilha de 300 mm é 225% maior do que em uma pastilha de 200 mm. O incremento da área impressa pela litografia é ainda maior, chegando a 240%. O processo de 300 mm utiliza 40% menos energia e água do que as fábricas que trabalham com pastilhas de 200 mm.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

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IBM lança sistema de armazenamento modular

Os discos rígidos são hoje baratos, bastante confiáveis e têm capacidades de armazenamento impensáveis há alguns anos. Eles cumprem muito bem o seu papel para os usuários normais de microcomputadores. Seu preço e confiabilidade atingiram níveis que os tornaram a opção mais segura mesmo para cópias de segurança. Mas as aplicações comerciais, sempre dependentes de bancos de dados que devem prover 100% de operacionalidade, exige ainda um pouco mais. E há ainda a necessidade de se prover escalabilidade, que é a capacidade dos sistemas de evoluir conforme as necessidades dos usuários.

Tentando apresentar uma solução para esse que é o seu mercado principal, a IBM lançou o projeto “Ice Cube” (cubo de gelo). O objetivo do projeto é a construção de uma estação de armazenamento totalmente modular e escalável. Esta estação deve prover armazenamento com tolerância a falhas em seus componentes e taxas de transferência de dados adequadas ao crescimento da largura de banda em todos os sistemas.

O protótipo foi construído a partir de módulos, chamados pela empresa de tijolos inteligentes. Conceitualmente, o Cubo da IBM lembra muito um brinquedo de montar, já que ele utiliza módulos padronizados. Para facilitar a reposição de peças que apresentem defeitos, os módulos foram construídos com discos rígidos comuns e baratos, do tipo que equipa hoje todos os computadores pessoais. Os 27 módulos compõem estruturas combinadas num padrão 3 x 3 x 3. Essa combinação permite a redundância dos dados armazenados, ou seja, um byte nunca estará apenas em um lugar num determinado momento. Caso um ou mesmo vários módulos apresentem defeito, os dados podem ser recuperados pelo próprio Cubo, seja copiando-o de outra área ou mesmo deduzindo-o através dos mecanismos de checagem de erros embutidos no sistema. A capacidade de armazenamento total já atinge 32 terabytes de dados.

Obviamente, não é necessário desligar o equipamento para se efetuar a substituição de seus módulos. Mas, para o usuário dos dados, apenas isso não é o suficiente. Ele não pode ter seu processamento sequer retardado porque um técnico está substituindo um disco rígido do sistema. Para isso, a IBM planeja tornar o Cubo um sistema de arquivos virtual, que simplesmente garanta ao usuário que ele terá seus dados disponíveis e em segurança, 100% do tempo.

A parte de hardware, a rigor, é a parte fácil do projeto, já estando construída, ainda que em fase de testes. O desafio dos engenheiros da IBM é, agora, providenciar o software necessário para gerenciar esse arquivo virtual.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br